Vi no Chongas ess vídeo de quase 19 minutos só com “Fails”. RIMUITO.
Damos um destaque especial para a moça dos 7:17. kkkkkkkkk
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Título: O Pacto
Autor: Joe Hill
Editora: Sextante
Número de páginas: 320
Ignatius Perrish sempre foi um homem bom. Tinha uma família unida e privilegiada, um irmão que era seu grande companheiro, um amigo inseparável e, muito cedo, conheceu Merrin, o amor de sua vida. Até que uma tragédia põe fim a toda essa felicidade: Merrin é estuprada e morta e ele passa a ser o principal suspeito. Embora não haja evidências que o incriminem, também não há nada que prove sua inocência. Todos na cidade acreditam que ele é um monstro. Um ano depois, Ig acorda de uma bebedeira com uma dor de cabeça infernal e chifres crescendo em suas têmporas. Descobre também algo assustador: ao vê-lo, as pessoas não reagem com espanto e horror, como seria de esperar. Em vez disso, entram numa espécie de transe e revelam seus pecados mais inconfessáveis. Um médico, o padre, seus pais e até sua querida avó, ninguém está imune a Ig. E todos estão contra ele. Porém, a mais dolorosa das confissões é a de seu irmão, que sempre soube quem era o assassino de Merrin, mas não podia contar a verdade. Até agora. Sozinho, sem ter aonde ir ou a quem recorrer, Ig vai descobrir que, quando as pessoas que você ama lhe viram as costas e sua vida se torna um inferno, ser o diabo não é tão mau assim.
E se certa manhã você acordasse com chifres crescendo em suas têmporas ? E se esses chifres fizessem com que as pessoas confessem seus pecados a você, mostrando seu lado mais perverso?
Ignatius Perrrish passa por isso em “O Pacto”, e usa desses seus novos poderes para descobrir e punir o assassino de sua amada Merrin.
Eu já admiro a escrita de Joe Hill desde “A Estrada da Noite”, mas me parece que ele se superou em seu segundo livro.
A atmosfera do livro é bem pesada, sombria, demonstrando constantemente os sentimentos dos personagens. Mesmo sendo narrado em terceira pessoa, o livro passa as emoções muito bem, e eu diria que o sentimento principal explorado pelo autor na obra é o ódio. Ou melhor, todos os sentimentos ruins que as pessoas carregam dentro de si, mas os maquiam com os bons.
O que está acontecendo com Ig é que ele está se transformando no Diabo, em resumo, um ano depois de sua namorada ser estuprada e assassinada em uma velha fundição abandonada. Todos acham que ele é o assassino mas, como sua é família é rica e consegue abafar o caso, além de ninguém ter provas contra ele, Ig é mantido em liberdade, mas sob os constantes olhares acusadores da sociedade.
Tudo muda quando ele acorda de ressaca e vê um par de chifres nascendo em sua cabeça. O que o intriga é que as pessoas não se espantam ao ver seus chifres, pelo contrário, confessam seus sentimentos mais obscuros e até perdem conselhos se devem ou não cometer certos pecados. Afinal, o Diabo é especialista nesse assunto.
Ig só descobre que está se transformando no Príncipe das Trevas quando todas as pessoas que ele achava que o amavam lhe viram as costas e sua vida se torna um inferno. Porém ele descobre que tem outros poderes, e os usa a seu favor.
A questão inicial do livro é “Quem matou Marrin Williams”, e o suspense dá certo, prende o leitor ao livro por vários capítulos. Porém a revelação do assassino deixa um pouco a desejar. Eu fiquei esperando ser surpreendido, mas eu suspeitava do sujeito desde o início.
Outro ponto negativo, que é meio particular, é o uso de vocabulário de baixo calão. Não, não me importo de lê-los em livros, não me sinto ofendido ou incomodado, pois no dia-a-dia temos que conviver com eles, dá mais humanidade à história. Porém me parecia muitas vezes que o autor extrapolava nas palavras, dando uma banalizada nos palavrões, que me irritava algumas vezes ou até me fazia rir. Nada de mais.
Outra coisa meio estranha é o título do livro. O erro foi da editora que traduziu, não do autor, claro. O título original é “Horns” (“chifres”, em inglês), o que faz todo o sentido; mas a Sextante traduziu como “O Pacto”, mesmo não aparecendo nenhum pacto relacionado aos acontecimentos sobrenaturais da história. A editora cometeu o mesmo erro com o primeiro livro do autor (“Heart-Shaped Box” = Caixa em forma de coração).
Mas a história é muito bem escrita, fazendo com que o leitor sinta o que Ig está sentindo. Ig está feliz, Ig está surpreso, Ig se sente vingado.
Até conseguimos sentir a loucura de alguns personagens, como é o caso de Lee. Ele imagina que Merrin lhe passa indiretas constantemente, acredita na ilusão, e os leitor cai na armadilha.
Hill ainda faz muitas viagens no tempo no decorrer dos capítulos. Num momento estamos no carro com Ig e na seqüência estamos na fundição a mais de dez anos antes, Ig com seus 15 anos de idade.
Eu não sou muito fã de flahs backs em livros. Só deixam a história confusa e faz com que o leitor se sinta perdido no tempo. Mas Joe Hill faz isso muito bem e é bem nítido que a história atual de Ignatius se passa em 3 dias, em todo o livro.
E estas viagens no tempo que me preocupam em uma adaptação para o cinema. É impossível que se coloque no filme tudo que o autor escreveu, da maneira como escreveu, as constantes referências a símbolos satânicos, como 666 e até expressões como “bom como o diabo” (não que o Diabo seja uma coisa boa, mas Ok), afinal o protagonista está se tornando o próprio. Mas vamos ser otimistas, o filme ficará ótimo, mas não se comparará ao livro, como sempre.
Enfim, recomendo a leitura. É um livro mais adulto, obviamente, e a história é viciante do início ao fim, apesar de o final de Ig não ser dos melhores, como esperado pelo público.
Melhor que “A Estrada da Noite”!
O livro “O Pacto”, escrito por Joe Hill, filho do considerado mestre do horror, Stephen King, vai ganhar uma versão para o cinema.
Eu ainda estou terminando de ler o livro, mas fiquei meio preocupado com essa notícia. Essa semana, quando eu postar a resenha aqui, vocês verão o porquê.
E o ator que viverá Ignatius Perrish, protagonista da história, já foi escolhido.
O ator escolhido foi Shia LaBeouf (foto acima). Na minha opinião, foi uma boa escolha, foi mais ou menos assim que eu imaginei o personagem.
O autor do livro, Joe Hill, atuará como um dos produtores do filme, que tem como roteirista Keith Bunin.
Como eu falei ali em cima, essa semana eu posto a resenha do livro (eu to quase acabando de ler
), então vocês poderão tirar suas conclusões sobre a trama em si.
Mas, para terem uma idéia, o romance conta a história de Ignatius Perrish (Ig), um jovem simples de 26 anos que tem sua vida virada do avesso quando sua namorada de longa data é estuprada e morta, e ele é o principal suspeito. Um ano após a tragédia, nada foi provado ou descoberto. Um dia, Ig acorda de uma ressaca com chifres nascendo em sua testa e um estranho poder: incitar o pecado nas pessoas e até mesmo faze-las confessar seus pensamentos mais intimamente sórditos. Ele parte então para investigar o assassinato por conta própria e tentar entender o que está acontecendo.
Sim! Depois de algumas semanas se espectativa depois do lançamento de um clipe de 30 segundos da nova música da Paramore, foi lançada “Monster”, que está na trilha sonora da sequência de Transformers.
Segue abaixo a música:
Perdi a conta de quantas vezes eu já ouvi
Aliás, sou só eu que não estou sentindo falta do Zac e do Josh? Por mim, ficou até melhor, não sei. kkkk
Leia o resto do post para ler a letra da música.

Título: Meu pai fala cada m*rda
Autor: Justin Halpern
Editora: Sextante
Número de páginas: 144
Aos 28 anos, depois de ser dispensado pela namorada, Justin Halpern volta a morar com o pai, Sam Halpern, de 73 anos. Na infância, Justin morria de medo dele, tão mal-humorado, direto e desbocado que beirava a grossura.
Agora, já adulto, ele passa a admirar a mistura de franqueza e insanidade que caracteriza os comentários e a personalidade do pai, que considera “sábio como Sócrates e até mesmo profético”.
Disposto a registrar a sabedoria contida nas tiradas de Sam, Justin cria uma página no Twitter para reunir suas frases malucas e observações ridículas. Em pouco tempo, os devaneios filosóficos do médico aposentado conquistam mais de um milhão de seguidores.
O fenômeno da internet dá origem a um dos livros mais engraçados dos últimos tempos. Tomando como base as pérolas do pai, o filho recria com brilhantismo as memórias da infância e da juventude.
Extremamente divertido e inspirador, Meu Pai Fala cada M*rda traça um retrato profundo da relação pai e filho e aborda os grandes temas da vida: medo, amigos, estudo, namoro, esporte, família. Uma lição de integridade, amizade e amor. Sem papas na língua.
Como podem perceber, a resenha veio bem rápido; li todo o livro em 1 dia (madrugada de segunda para terça até terça de noite).
O livro é narrado por Justin, filho de Sam Halpern, um homem sábio como Sócrates, mas desbocado e mal-humorado, como bem diz a capa. Depois de terminar com a namorada, Justin tem de voltar a morar com seus pais, mas seu principal temor é a reação e seu pai à sua volta. E então ele começa a contar suas lembranças.
Lendo o primeiro capítulo, a impressão que temos é que a história tem uma ordem cronológica, com qualquer outro livro, mas não. O livro é um conjunto de acontecimentos entre o pai e o filho, uma espécie de contos, sempre com frases célebres do pai no final de cada capítulo.
O livro é famoso pelo humor, a parte pela capa que chama bastante atenção, e é verdade: o livro é realmente engraçado; no início pelo menos.
Não tem como negar que o humor ranzinza e o tom desbocado do pai de Justin chega a ser engraçado, mas muitas vezes eu tinha a impressão que ele tentava ser engraçado e simplesmente falhava. Algo que fica meio repetitivo demais.
Outra coisa que eu senti falta foi da mãe da Justin, esposa de Sam. Mesmo o autor tendo mencionado que ela trabalhava muito e passava pouco tempo em casa, ela deveria ser mais mencionada. Acho que o nome dela nem é mencionado (se foi, me desculpem, mas eu nem lembro) e ela deve ter umas duas falas no livro, no máximo três. Mesmo o pai sendo o foco, a mãe sempre tem um papel importante numa casa.
Defeitinhos a parte, o livro tem seu lado bom. A cada capítulo, a cada conto de Justin, Sam ensina ao filho algo de diferente, à sua maneira, de uma maneira engraçada, relaxada e emocionante, muitas vezes.
Enfim, procura um livro engraçado, rápido, com uma linguagem fácil de ser lida e com algo que te acrescente?
Leia-o!
Ah.. e algumas curiosidades:
A idéia do livro veio de um perfil no Twitter que o autor criou há alguns anos atrás. perfil original do autor, onde ele postava as frases mais célebres que o pai dele dizia, é este: @shitmydadsays, mas a editora sextante criou outro perfil, com a tradução dos melhores tweets do original, que é este: @meupaifalacadam
Outra curiosidade é que o livro deu origem à série “$#*! my dad says”, que aqui no Brasil passa no Warner Channel (dizem que não é muito boa, heh).
Eu nunca postei nada aqui no blog sobre moda ou roupas, nem tenho pretensão disso, mas eu achei bem interessante essa idéia do Converse de lançar chinelos e sandálias da marca All Star. Segue as imagens:
Claro, tem de todas as cores, mas, pelo menos por enquanto, a novidade só está disponível nos EUA (e custa $ 40,00).
Mas a esperança é a única que morre! Quem sabe daqui algum tempo não chega aqui no Brasil também?
Para experimentar outros modelos e cores de All Star’s, acesse este link.
Domingo foi o último dia da Feira do Livro daqui de Santa Maria. Eu fui na feira todos os sábados, logo que eu saia do meu curso de inglês, então consegui comprar alguns livros da minha lista de desejos.
Antes de tudo, saiu uma reportagem no jornal “Diário de Santa Maria” sobre a feira, e eu apareci nela (o primeiro, na parte do público).
Bem sobre a feira em si: Eu gostei. Tinha uma quantidade boa de bancas, então os preços estavam bem variados e tinham livrs de todos os estilos. Também tiveram bastantes autores locais lançando seus livros e dando autógrafos por lá.
Os pontos negativos ficampelos livros que eu não encontrei. Mesmo com a grande varietdade de livros, eu não encontrei livros como “Jogos Vorazes” e a edução especial de “A Batalha do Apocalipse”, somente a versão comum. Os dois livros não são lançamentos, então eu tinha esperanças que eles chegassem até o último dia da feira. Não chegou.
Agora, ou livros que eu comprei. A minha lista original era esta:
Poucos livros, mas são os que eu estava mais ansioso para ler.
Leia o resto do post para ver os livros que eu comprei.
Clique aqui para ler o resto do post e os livros que eu comprei!

Título: Cidade dos Ossos
Autor: Cassandra Clare
Editora: Galera Record
Número de páginas: 459
Um mundo oculto está prestes a ser revelado… Quando Clary decide ir a Nova York se divertir numa discoteca, nunca poderia imaginar que testemunharia um assassinato – muito menos um assassinato cometido por três adolescentes cobertos por tatuagens enigmáticas e brandindo armas bizarras. Clary sabe que deve chamar a polícia, mas é difícil explicar um assassinato quando o corpo desaparece e os assassinos são invisíveis para todos, menos para ela. Tão surpresa quanto assustada, Clary aceita ouvir o que os jovens têm a dizer… Uma tribo de guerreiros secreta dedicada a libertar a terra de demônios, os Caçadores das Sombras têm uma missão em nosso mundo, e Clary pode já estar mais envolvida na história do que gostaria.
“Cidade do Ossos” é o primeiro volume da série “Os Instrumentos Mortais”, escrita por Cassandra Clare.
Logo na capa vemos uma crítica de Stephenie Meyer, autora da série Crepúsculo. Sinceramente, ao ler a opinião dela, fiquei com receio de que o livro de Clare fosse mais um romance meloso e sobranatural (apesar de gostar de Crepúsculo, o triângulo amoroso da série me cansa).
Mas não. Cassandra realmente me surpreendeu com seu primeiro livro, onde ela apresenta Clary, que tem como melhor amigo Simon, e é com ele que ela vai à boate “Pandemônio” onde sua vida muda de maneira drástica e irreversivel.
Na festa ela vê um grupo de garotos assassinando outro menino, Chocada, ela descobre que o menino morto na realidade é um vampiro, e que os garotos que o mataram são Caçadores de Sombra. O mais estranho de tudo é que ninguém na festa vê os Caçadores, nem mesmo Simon. Somente Clary conseguia enxergar os três caçadores em sua frente: Jace, Alec e Isabelle, cheios de marcas em seu corpo.
A partir deste momento Clary entra em um mundo cheio de demônios, vampiros, lobisomens, fadas, cidades que não aparecem no mapa e magos. Ela descobre que o mundo que ela conheceu até então não passava de uma “maquiagem” para o mundo que realmente existe. O mundo que ela pode enxergar por que tem sangue de Caçador de Sombras em suas veias.
E o mistério só aumenta quando a mãe de Clary é sequestrada por Valentin, líder rebelde contra a Clave que todos haviam dado por morto. A partir daí, Clary, juntamente com Jace, não desanima até encontrar sua mãe, e no caminho descobre que seu passado não é como ela imaginava. Que nada que ela sabia até então não passava de uma mentira – ou talvez de simplesmente uma omissão.
O que eu realmente gostei no livro foi o realismo da autora para com os personagens. Eles são realmente adolescentes! Eles não usam expressões formais do tipo “Você acha que eles estão namorando?”; para este caso seria algo como “eles estão transando?”. Claro, nada muito bonito e educado de se ver, mas realista. Clary realmente é adolescente e age como tal.
Sobre romance, ele está ali, mas não em um intensidade a ponto do livro ficar meloso. Não vemo Jace dizer para Clary algo como “Clary, eu te amo”, mas sim “Eu sei que você me quer, todas as garotas querem”.
Talvez o único ponto fraco da autora seja as cenas de ação. Sim, têm bastante, mas me parecia as vezes que ela não tinha muita experiência no assunto.
Outra coisa chata era a ambiguidade de algumas frases, que acontece com certa freqüência, mas estou certo de que isso é culpa de quem traduziu o livro, não da autora.
O ponto alto do livro, sem sombra de dúvida, são os capítulo finais. Eu entrei madrugada adentro lendo e não queria largar o livro. A história vira totalmente, todas as peças que faltavam na trama se encaixam, e me deixaram nitidamente impressionado com a criatividade da autora, desde mínimo detalhes durante o livro que foram surtir conseqüências no final.
Recomendo; o livro é agradável de se ler, as 459 páginas passam rapidinho e a gente nem percebe! Uma trama envolvente e viciante.
Ok, eu sou totalmente neurótico com meu livros, e me dá uma aflição ao vê-los com algum defeito, por menor que seja (já cmpre um livro repetido por um estar com defeito na capa).
Então pesquisei algumas dicas de como conservar os nossos amigos inseparáveis por mais tempo. Segue abaixo:

1. Quantidades em excesso de livros são pesadas. Dê atenção à espessura das prateleiras;
2. Lembre-se que o livro deve ser constantemente manuseado. O simples ato de virar as páginas oxigena o material, evita a acumulação de microrganismos que atacam o papel e colabora para que as folhas não fiquem ressecadas e quebradiças;
3. Não guarde os livros acondicionados em sacos plásticos. Isto impede a respiração adequada do papel;
4. Evite encapar os livros com papel pardo ou similar. Essa aparente proteção contra a poeira causa mais dano, que benefício ao volume em médio e curto prazo. O papel tipo pardo, de natureza ácida, transmite seu teor ácido para os materiais que estiver envolvendo (migração ácida);
5. Faça uma vistoria e limpeza anual. Retire todos os livros, limpe-os com um paninho seco. Depois limpe a estante com um pano úmido. Mas, evite passar produtos fortes, já que seus resíduos podem infiltrar no papel;
6. Deixe sempre um espaço entre estante e parede, pois a parede transmite umidade aos livros. E a umidade traz fungos;
7. Armários e estantes devem ser arejados. Estantes fechadas devem ser periodicamente abertas;
8. Estantes de metal são preferíveis do ponto de vista da conservação dos livros;
9. Não use clipes como marcadores de páginas. O processo de oxidação do metal mancha e estraga o papel;
10. Em estantes de madeira, opte por revestir as prateleiras com vidro. Não use tintas a base de óleo;
11. Não guarde livros inclinados. Aparadores podem mantê-los reto;
12. Encadernações de papel e tecido não devem ser guardadas em contato direto com as de couro;
13. Na prateleira, os livros devem ficar folgados. Sendo fáceis de serem retirados, duram mais;
14. Ao tirar um livro da prateleira, não o puxe pela parte superior da lombada, isso danifica a encadernação. O ideal é empurrar os volumes dos dois lados e puxar o volume desejado pelo meio da lombada;
15. Ao ler um livro, evite abri-lo totalmente, como por exemplo, em cima de uma mesa. Isto pode comprometer a estrutura de sua encardenação;
16. Adendo: os livros comprimidos nas prateleiras, induzem a sua retirada de maneira incorreta, o que danifica as lombadas e fatalmente leva ao dano da encadernação. Livros apertados também favorecem o aparecimento de cupins;
17. A melhor posição considera a ideal para um livro é a vertical. Livros maiores devem ter prateleiras específicas para isso. Em último caso deixe-os horizontalmente, tomando-se o cuidado de não sobrepor mais de 3 volumes;
18. Não coloque o livro à luz do sol direta. O sol desbota e entorta as capas;
19. Se for um livro antigo ou de maior sensibilidade, lave as mãos antes de folheá-lo, já que mãos engorduradas contribuem para a aceleração da decomposição do papel. Evite umedecer as pontas dos dedos com saliva para virar as páginas do livro;
20. Não utilize fitas adesivas tipo durex e fitas crepes, cola branca (PVA) para evitar a perda de um fragmento de um volume em degradação. Esses materiais possuem alta acidez, provocam manchas irreversíveis no local aplicado.
E eis que ela retorna com mais uma música, com mais um clipe, e mais polêmica do que antes.
Sinceramente, gosto muito do estilo da Lady Gaga. É meio estranho, mas acho legal essa forma diferente e irreverente como ela se veste e as músicas dela tem uma batida e uma ritmo muito bom. Muitas vezes eu não resisto e ouço algumas músicas dela por causa do ritmo original mesmo, que é difícil de encontrar hoje em dia.
Mas só pelo ritmo mesmo pois, a cada dia, a cantora resolve criar mais alguma intriga com a igreja.
E quando digo “intriga” não quero dizer provocação. Ela demonstra a forma dela pensar de uma forma muito… agressiva, digamos assim.
Recentemente, ela lançou seu novo single, “Judas”, e logo após o video-clipe da música. Segue abaixo o clipe:
No clipe, Gaga interpreta Maria Madalena, que a milênios intriga grande parte da população mundial querendo descobrir se a ex-prostituta tinha algum caso com Jesus (não, não teve
).
A cantora disse em uma intrevista que o clipe não é uma crítica religiosa, mas sim social, mas em alguns aspectos do vídeos, podemos ver “alfinetadas” de Lady Gaga à igreja e na própria história de Jesus.
Os 12 discípulos são apresentados como uma gangue de motoqueiros, Jesus como o líder deles. Maria Madalena (Gaga) vai na mesma moto de Jesus e, como visto mais evidentemente no início do clipe, os dois compartilham uma conexão mais romântica.
Lady Gaga parece tentar proteger Jesus o clipe inteiro, como se ele fosse frágil e necessitasse de atenção o tempo inteiro. Ela sempre observa Judas, como se soubesse o que ele iria fazer, e tentasse impedi-lo de trair Jesus.
Mas, totalmente ao contrário do clipe, Gaga afirma na letra da música que está “apaixonada por Judas”, e que “Jesus é sua virtude, mas que Judas é o demônio ao qual ela se apega”.
Bem, não entendi mais nada, as roupas dela já são estranhas o bastante para mim.
A cantora tem feito polêmica desde que lançou o clipe “Alejandro”, onde ela aparece engolindo um crucifixo e com cruzes por todo o cenário.
Eu gosto do ritmo da música dela. São raras as pessoas do meio Pop que têm o dom que Gaga tem, mas acredito que ela está indo pelo caminho errado. Claro, ela apoia totalmente a união homossexual e por esse motivo ataca tanto a igreja, que condena o ato. Mas não é esse o caminho certo a ser seguido.
Confusão maior ainda é saber que ela disse ano passado que gravaria um disco mais “espiritual”, pois se sentia mais ligada à Deus.
VAI SABER!
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